Publicado 13/07/2025 22:36

Trump anuncia sistemas de mísseis Patriots para a Ucrânia e diz que a UE paga por eles

Ele receberá o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, nos dias 14 e 15 de julho.

25 de junho de 2025, Haia, Holanda: O presidente dos EUA, Donald Trump, à direita, aperta a mão do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, à esquerda, durante sua reunião bilateral à margem da cúpula da OTAN de 2025, em 25 de junho de 2025, em Haia, Hol
Europa Press/Contacto/Ukraine Presidency/Ukrainian

MADRID, 14 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no domingo que enviará sistemas de defesa antiaérea Patriot para a Ucrânia, assegurando que será a União Europeia que pagará por esses sistemas de mísseis que Kiev "precisa desesperadamente" diante dos ataques do exército russo.

"Ainda não concordei com o número, mas eles terão alguns porque precisam de proteção, mas a UE pagará por eles. Não vamos pagar por eles, mas daremos a eles os Patriots, que eles precisam desesperadamente", disse ele aos repórteres, antes de reiterar que está muito decepcionado com seu colega russo, Vladimir Putin, porque "ele fala bem e depois bombardeia todo mundo à noite".

Espera-se que ele discuta a questão com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, que ele receberá na capital dos EUA na segunda e na terça-feira. O holandês também se reunirá com o Secretário de Estado Marco Rubio e com o Secretário de Defesa Pete Hegseth, bem como com "membros do Congresso", informou a Aliança Atlântica em seu site.

Os comentários do líder norte-americano foram feitos depois que Washington retomou o envio de ajuda militar a Kiev, após a suspensão dos suprimentos ordenada há mais de uma semana pelo Pentágono, que aludiu a uma revisão da assistência a outros países do mundo.

A esse respeito, Trump disse na última sexta-feira que "a OTAN está pagando 100% pelas armas". "O que estamos fazendo é que as armas que estão saindo vão para a OTAN, e então a OTAN vai dar essas armas (para a Ucrânia) e a OTAN está pagando por essas armas", disse ele.

O líder da Casa Branca anunciou no início do dia que faria uma "declaração importante" sobre a Rússia na segunda-feira, embora tenha se recusado a informar sobre possíveis novas sanções contra Moscou que estão sendo consideradas pelo Congresso.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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