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MADRID 11 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado que a Marinha dos EUA iniciará uma missão de remoção de minas no Estreito de Ormuz, sem que haja, por enquanto, qualquer confirmação por parte do Irã, em meio às cruciais negociações de paz que já tiveram início em Islamabad, capital do Paquistão, entre as delegações de alto nível de Washington e Teerã.
“Estamos agora iniciando o processo de remoção de minas no Estreito de Ormuz como um favor a países de todo o mundo, incluindo China, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha e muitos outros”, anunciou o presidente dos Estados Unidos em sua plataforma Truth Social, após afirmar pela enésima vez que o Irã perdeu a guerra.
“A Marinha deles desapareceu, a Força Aérea deles desapareceu, o sistema antiaéreo é inexistente, o radar está inoperante, as fábricas de mísseis e drones foram praticamente aniquiladas junto com os próprios mísseis e drones e, o mais importante, os ‘líderes’ de longa data deles já não estão mais entre nós, louvado seja Alá!”, declarou.
Sobre essa suposta remoção das minas, Trump indicou que a “única ameaça” que resta ao Irã é que “um navio possa ‘encalhar’ em uma de suas minas submarinas” espalhadas pelo estreito, daí o início da missão que, se for confirmada e aceita pela parte iraniana, representaria um progresso extraordinário nas negociações.
Trump publicou essa mensagem ao mesmo tempo em que o site de notícias norte-americano Axios informava, citando fontes oficiais norte-americanas não identificadas, que vários navios da Marinha dos Estados Unidos cruzaram o estreito de Ormuz no sábado, “em uma ação não coordenada com o Irã”.
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