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MADRID 14 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta segunda-feira que está sendo investigada uma “possível” presença de drones iranianos na ilha de Cuba, acrescentando em seguida que Washington não permitirá “que isso aconteça”.
“Se eles os tiverem — e é muito provável que os tenham —, vamos cuidar disso. (O secretário de Estado dos Estados Unidos) Marco (Rubio) está bem aqui na sala ao lado. E se eles os tiverem, vamos cuidar disso em breve”, afirmou o presidente após ser questionado pela imprensa no Salão Oval sobre a presença de drones iranianos no país insular.
Em seguida, o chefe do Executivo dos Estados Unidos considerou que “pode ser” que a ilha caribenha esteja “armazenando alguns” mísseis iranianos. “Estamos investigando isso neste exato momento”, afirmou ele, após ressaltar que seu governo não vai “permitir que isso aconteça”.
As declarações de Trump surgiram logo após o próprio Rubio ter anunciado que Washington continuará empregando “todas as ferramentas à sua disposição” para “impulsionar” reformas “políticas e econômicas” em Cuba e pôr fim a “décadas de repressão e incompetência econômica de seu regime comunista”.
Da mesma forma, o embaixador dos Estados Unidos na ONU, Mike Waltz, alegou na véspera que a ilha abriga bases “tanto russas quanto chinesas”, atribuindo a Moscou e Pequim “postos de inteligência, postos de coleta de sinais e oficiais militares em Cuba”.
Após seis décadas de embargo em vigor sobre a ilha, os Estados Unidos impuseram, desde o início do ano, um bloqueio energético que provocou, em algumas ocasiões, a paralisação total do abastecimento. De fato, as autoridades cubanas confirmaram na última sexta-feira um novo apagão elétrico em todo o país, o quarto neste ano.
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