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MADRID 17 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira a desclassificação e a publicação de informações “críticas” de inteligência que ligariam as autoridades chinesas a “ataques cibernéticos” e “interferência estrangeira” nas eleições americanas desde 2020, ano em que o atual presidente norte-americano perdeu as eleições para o democrata Joe Biden.
“Esta noite, anuncio a desclassificação e a publicação imediata de informações cruciais de inteligência, que revelam vulnerabilidades alarmantes em nossa infraestrutura eleitoral”, afirmou o magnata republicano em um discurso à nação.
Essa divulgação de informações até então confidenciais demonstraria, segundo Trump, que o “sistema eleitoral (dos Estados Unidos) está perigosamente exposto, em níveis inimagináveis, a ataques cibernéticos, exploração e interferência estrangeira”, em consonância com as alegações que ele repetidamente fez contra a legitimidade das eleições presidenciais de 2020, que deram a vitória a Biden sobre o atual presidente.
Mais especificamente, o ocupante da Casa Branca alegou que “desde o ciclo eleitoral de 2020, a República Popular da China realizou o que é considerado o maior vazamento de dados eleitorais da história, o que resultou na aquisição ilícita, por parte da China, de 220 milhões de registros de eleitores americanos”. “Essa perda de dados representa um pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral”, afirmou ele.
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