Europa Press/Contacto/Hashem Zimmo
MADRID 16 out. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou "ir e matar" membros do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) depois de confrontos com milícias palestinas rivais na Faixa de Gaza após a retirada do exército israelense, no âmbito do acordo de cessar-fogo acordado sob o plano da Casa Branca para o futuro do enclave.
"Se o Hamas continuar a matar pessoas em Gaza, o que não estava no acordo, não teremos escolha a não ser entrar e matá-los", disse o magnata republicano na quinta-feira em uma breve mensagem publicada em seu perfil na rede social Truth Social.
Com essa declaração, Trump parece ter mudado de posição, já que no início desta semana ele expressou seu apoio às execuções do Hamas contra outros grupos na Faixa de Gaza, comemorando que eles "eliminaram algumas gangues que eram muito ruins". "Isso não me incomodou muito, para ser honesto", disse ele durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.
Desde o início do cessar-fogo israelense do Hamas em Gaza, a mídia palestina informou que o grupo havia prendido e executado "um grande número" de membros de milícias rivais que surgiram durante a ofensiva israelense na Faixa de Gaza e que o grupo acusa de serem "colaboradores" das autoridades israelenses.
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