Europa Press/Contacto/@realDonaldTrump/Truth Socia
MADRID, 27 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou neste domingo que a violência política “sempre esteve” latente em seu país, ao mesmo tempo em que alertou sobre o quão “perigoso” é, em sua opinião, o “discurso de ódio dos democratas” atualmente.
“Se olharmos para trás 20, 40, 100, 200 ou 500 anos, ela sempre esteve lá. Pessoas são assassinadas. Há pessoas que ficam feridas”, afirmou o morador da Casa Branca em uma entrevista à rede CBS, na qual declarou não ter “certeza” de que a violência política seja agora “maior do que antes”.
Em seguida, o presidente republicano quis alertar sobre o quão “perigoso” considera o “discurso de ódio dos democratas” para “o país”, alegando considerá-lo “muito mais perigoso” do que em épocas passadas.
Na mesma entrevista, o magnata norte-americano foi questionado sobre o atentado frustrado da noite passada durante o Jantar da Associação de Correspondentes, realizado em Washington, que obrigou à evacuação do próprio Trump, bem como de sua esposa e primeira-dama, Melania Trump, e de todo o seu gabinete.
Assegurando que “não estava preocupado” porque entende “como é a vida”, o chefe do Executivo americano defendeu que o referido evento seja realizado novamente “no prazo de 30 dias”, antecipando que o mesmo contará com “ainda mais segurança e um perímetro de segurança mais amplo”.
“Acho muito ruim que um louco possa cancelar algo assim”, refletiu o presidente, acrescentando que “também há pessoas maravilhosas na imprensa”, às quais ele não quis citar para, segundo defendeu, não “envergonhar” o programa ‘60 Minutes’ da CBS, no qual estava sendo entrevistado.
Nesse sentido, ele observou que, embora entre os profissionais da mídia existam “pessoas muito imparciais” que “simplesmente” estão do seu “lado”, “na sua maioria” trata-se de pessoas muito “liberais”. De fato, o presidente não hesitou em criticar a entrevistadora do programa, Norah O'Donnell, a quem instou a "ter vergonha" por ter lido uma parte da nota deixada pelo autor do ataque, Cole Allen, antes de tentar invadir o referido jantar com uma arma de fogo.
Nela, Allen deixava clara sua intenção de não estar disposto a “permitir” que “um pedófilo, estuprador e traidor” “manchasse” suas “mãos” com “seus crimes”. Após a leitura dessa parte, Trump repreendeu a jornalista, garantindo não ser um “pedófilo” nem “nada disso” que o autor do ataque expressava em seu texto.
“Eu esperava que vocês lessem isso porque sabia que o fariam, pois são pessoas horríveis. Pessoas horríveis”, argumentou o chefe da Casa Branca, ressaltando que não “violou ninguém”. “Essa porcaria foi contada a vocês por algum doente. Me relacionaram a todo um caso que não tem nada a ver comigo. Fui totalmente inocentado”, insistiu.
Por fim, o líder do governo dos Estados Unidos garantiu que o policial que ficou ferido durante o ataque está “100% bem” porque, reiterou, nem mesmo o agente “queria ir ao hospital”, mas “foi porque lhe pediram”.
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