Publicado 09/04/2026 02:15

Trump afirma que "todo" o armamento e o pessoal militar dos EUA "permanecerá" no Irã e "nas regiões vizinhas"

Archivo - Arquivo - FOTO DE ARQUIVO - 22 de outubro de 2020, EUA, Washington: Uma captura de tela da página oficial do presidente dos EUA, Donald Trump, no Facebook, divulgada em 22 de outubro de 2020, mostra o presidente dos EUA, Donald Trump, reagindo d
-/US President Donald Trump offi / DPA - Arquivo

MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que “todo” o armamento e o pessoal militar norte-americano necessários para a “perseguição e destruição letais” de um “inimigo consideravelmente enfraquecido” permanecerão “em suas posições”, tanto no Irã “quanto em seus arredores”, até que o “acordo real alcançado” seja cumprido “integralmente”.

“Todos os navios, aeronaves e pessoal militar dos Estados Unidos, juntamente com munições, armamento e qualquer outro elemento que seja adequado e necessário para a perseguição e destruição letais de um inimigo já consideravelmente enfraquecido, permanecerão em suas posições, tanto no Irã quanto em seus arredores, até que o acordo real alcançado seja cumprido integralmente”, explicou Trump em uma mensagem publicada em suas redes sociais.

Em seguida, o inquilino da Casa Branca advertiu que “se, por qualquer motivo, não for assim”, algo que classificou como “muito improvável”, então “começará o tiroteio em maior escala”, sendo este “melhor e com muito mais força do que ninguém jamais viu”.

Nessa mesma linha, após observar que o “grande” Exército dos Estados Unidos "está se reabastecendo e descansando" enquanto aguarda "sua próxima conquista", o magnata republicano ressaltou que "não haverá armas nucleares" no Irã e que o estreito de Ormuz, bloqueado por Teerã em retaliação à ofensiva lançada por Washington e Israel contra o país asiático, "estará aberto e será seguro".

Essas declarações chegam um dia depois de o chefe da Casa Branca anunciar um cessar-fogo de duas semanas com Teerã, cessação de hostilidades que, segundo defendem Washington e Israel, não inclui o Líbano, enquanto o próprio governo paquistanês, mediador nas negociações, garantiu que sim.

Esse mesmo acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irã vem acompanhado do anúncio de Teerã de permitir a passagem “segura” pelo estratégico estreito de Ormuz, mas condicionada à coordenação prévia com as Forças Armadas iranianas.

Por enquanto, desconhece-se a situação real do tráfego pelo enclave que conecta os golfos Pérsico e de Omã. No entanto, a Guarda Revolucionária Iraniana instou “todos os navios que pretendam transitar pelo estreito de Ormuz” a seguirem “rotas alternativas”, uma de entrada e outra de saída traçadas por sua própria Marinha, a fim de evitar possíveis minas antinavio na zona principal dessa passagem.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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