MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que “não resta praticamente nada para atacar” no Irã após doze dias de uma ofensiva lançada em conjunto com Israel no último dia 28 de fevereiro contra o país persa, que resultou em mais de 1.200 mortos no território.
Ele afirmou isso durante uma entrevista ao site Axios, na qual declarou que encerrará a guerra “quando quiser”. Além disso, esclareceu que Teerã “não se livrará tão facilmente” agora que atacou vários países do Golfo Pérsico em resposta à onda de ataques. “Eles estavam atrás do resto do Oriente Médio. Estão pagando por 47 anos de morte e destruição causadas por eles. Isso é vingança. Não se livrarão tão facilmente”, declarou, antes de acrescentar que a guerra “está indo bem”. “Está indo maravilhosamente bem. Estamos muito adiantados em relação ao cronograma. Causamos mais danos do que acreditávamos ser possível, mesmo no período inicial de seis semanas”, afirmou. Suas palavras chegam em um momento em que as diferenças entre Israel e os Estados Unidos em relação a essa ofensiva parecem aumentar. Enquanto as autoridades israelenses garantem que a guerra “não tem limite”, Trump apontou o contrário.
A ofensiva conjunta deixou até o momento mais de 1.200 mortos no Irã, de acordo com dados publicados pelas autoridades do país asiático. Entre os mortos, além do líder supremo, estão vários ministros e altos funcionários do Exército iraniano, que respondeu lançando mísseis e drones contra Israel e interesses americanos em países do Oriente Médio, incluindo bases militares.
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