Publicado 13/04/2026 02:34

Trump afirma que “muitos navios” estão se dirigindo aos EUA em busca de petróleo após o anúncio do bloqueio do estreito de Ormuz

12 de abril de 2026, Washington, D.C., Estados Unidos: O presidente DONALD TRUMP retorna à Casa Branca em 12 de abril de 2026. O presidente não respondeu a perguntas ao chegar, mas, antes de embarcar no helicóptero, conversou com a imprensa sobre o Irã e
Europa Press/Contacto/Andrew Leyden

MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no final da tarde deste domingo que há “muitos navios” se dirigindo ao país norte-americano “para se abastecer de petróleo”, em meio ao bloqueio do estreito de Ormuz que anunciou, o qual entrará em vigor nesta segunda-feira, em uma nova escalada de tensões que, por enquanto, não afetaria o cessar-fogo com o Irã anunciado na última quarta-feira.

“Há muitos navios se dirigindo ao nosso país para abastecer-se de petróleo”, afirmou em declarações à imprensa após aterrissar na base militar de Saint Andrews, em Washington, onde garantiu que outras nações estão trabalhando para impedir que o Irã venda petróleo, embora sem especificar quais.

Da mesma forma, o inquilino da Casa Branca demonstrou confiança de que Teerã desejará negociar porque “está em uma situação muito ruim”. “Acho que eles estão bastante desesperados”, afirmou antes de enfatizar que “o Irã não terá armas nucleares”.

No entanto, ele transmitiu na mesma ocasião uma segunda mensagem sobre a disposição das autoridades iranianas de negociar que apontaria na direção contrária: “Não me importa se eles voltam ou não. Se não voltarem, não me importo”, afirmou, embora tenha sustentado que o cessar-fogo entre os dois países se mantém “bem”.

Sem deixar o país asiático, o presidente norte-americano voltou a ter palavras negativas para os aliados da OTAN, com os quais se mostrou “decepcionado” mais uma vez porque, segundo ele, “eles não estavam lá para nos apoiar”. “Pagamos bilhões de dólares pela OTAN e eles não nos apoiaram”, lamentou.

O magnata também respondeu, ao chegar a Washington, sobre a publicação que compartilhou pouco antes nas redes sociais, na qual criticava o Papa Leão XIII, acusando-o de “fraqueza” em relação à criminalidade e reprovando sua política externa, na qual o chefe do Vaticano se opôs às guerras desde a Ucrânia até o Sudão, passando pelo Irã e pelo Líbano, entre outros.

“Não acho que ele esteja fazendo um bom trabalho; suponho que ele goste do crime”, enfatizou diante das perguntas da imprensa reunida na base de Saint Andrews.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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