Europa Press/Contacto/Molly Riley/White House
MADRID 21 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que o Irã se sentará à mesa de negociações prevista para esta terça-feira na capital do Paquistão, Islamabad; caso contrário, ameaçou, Teerã “enfrentará problemas nunca antes vistos”, a apenas um dia do fim do cessar-fogo.
Durante uma breve entrevista por telefone no programa de rádio “The John Frederciks Show”, Trump insistiu em se reunir com seus homólogos iranianos em uma nova rodada de conversações em Islamabad, ao mesmo tempo em que ameaçou a República Islâmica com possíveis consequências que não quis esclarecer. No entanto, até o momento, as autoridades iranianas apenas afirmaram não ter tomado uma decisão a respeito.
“Eles vão ter que negociar, e se não o fizerem, vão enfrentar problemas nunca antes vistos”, afirmou. O inquilino da Casa Branca mostrou-se otimista, manifestando a esperança de que Teerã chegue a um acordo “justo” com eles e que, assim, o país asiático possa iniciar a reconstrução “sem armas nucleares”.
Sobre o início do conflito, Trump voltou a justificar a ofensiva lançada no último dia 28 de fevereiro, em conjunto com Israel, contra o Irã, alegando que “não tinham outra opção” e que era algo “necessário”. “Fizemos um ótimo trabalho e vamos concluí-lo. Todos ficarão satisfeitos”, garantiu.
Trump também destacou nesta segunda-feira que o acordo que pretende alcançar com o Irã será “muito melhor” do que o Plano de Ação Conjunta Integral (PAJI) assinado em 2015 com o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, à frente do país norte-americano.
A esse respeito, ele denunciou que o JCPOA “era um caminho garantido para a bomba nuclear” e criticou que “entregaram (ao Irã) 1,7 bilhão de dólares (cerca de 1,442 bilhão de euros) em dinheiro carregado em um Boeing 757 com destino ao Irã para que a liderança iraniana o gastasse como quisesse”.
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