Europa Press/Contacto/Andrew Leyden
MADRID 13 mar. (EUROPA PRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na madrugada desta sexta-feira que seu país está “destruindo completamente” o Irã, tanto militar quanto economicamente, e alegou já ter acabado com a Marinha e a Força Aérea do país centro-asiático, apontando, no entanto, que tem “tempo de sobra” para continuar com as operações militares iniciadas em 28 de fevereiro, em plena negociação com Teerã sobre seu programa nuclear.
“Estamos destruindo totalmente o regime terrorista do Irã, militar, econômico e em outros aspectos”, afirmou em uma publicação nas redes sociais, na qual criticou o jornal The New York Times, argumentando que “se lerem” suas informações, “pensariam erroneamente que não estamos vencendo”.
Em contrapartida, o inquilino da Casa Branca gabou-se de que “a Marinha iraniana desapareceu, a sua Força Aérea já não existe, os mísseis, drones e tudo o resto estão a ser dizimados, e seus líderes foram eliminados da face da Terra”, uma alegação à qual ele quis acrescentar que, apesar dos avanços militares enumerados, o Exército dos Estados Unidos conta “com um poder de fogo inigualável, munição ilimitada e tempo de sobra” para sua ofensiva no país centro-asiático.
“Há 47 anos eles assassinam pessoas inocentes em todo o mundo, e agora eu, como o 47º presidente dos Estados Unidos, estou assassinando-os”, destacou, qualificando suas ordens militares como uma “grande honra” e incentivando o público a “observar o que está acontecendo hoje com esses loucos”.
A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã começou no dia 28 de fevereiro, apenas 24 horas após a última rodada de negociações com Teerã sobre seu programa nuclear, que, segundo o país centro-asiático, não tem motivações bélicas. Desde então, mais de 1.200 pessoas morreram em território iraniano, entre elas seu líder supremo, o aiatolá Alí Jamenei, sucedido no cargo por seu filho, Mojtaba Jamenei. Por sua vez, o Irã respondeu atacando instalações e interesses americanos nos países do Golfo, além de lançar drones e mísseis contra território israelense.
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