Publicado 02/05/2026 20:25

Trump afirma que analisará "em breve" o plano do Irã para pôr fim à guerra, mas duvida que seja "aceitável"

30 de abril de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, responde a perguntas após assinar uma série de decretos no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, na quinta-feira, 30 de abril de 202
Europa Press/Contacto/Aaron Schwartz - Pool via CN

MADRID 3 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu neste sábado que analisará “em breve” o plano de nove pontos para “pôr fim à guerra” recentemente apresentado pelo Irã, embora tenha se mostrado desconfiado em relação à proposta e tenha questionado se seria um “preço” razoável a pagar para compensar os 47 anos de vigência do regime dos aiatolás.

“Em breve analisarei o plano que o Irã acaba de nos enviar, mas não consigo imaginar que seja aceitável, já que eles ainda não pagaram um preço suficientemente alto pelo que fizeram à humanidade e ao mundo nos últimos 47 anos”, afirmou o presidente norte-americano em uma publicação nas redes sociais.

Esta breve declaração surge depois que as autoridades iranianas apresentaram aos Estados Unidos uma proposta de nove pontos para pôr fim ao conflito iniciado no último dia 28 de fevereiro em um prazo de 30 dias, conforme informou a agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária Iraniana.

Embora os Estados Unidos tivessem proposto um cessar-fogo de dois meses, a resposta de Teerã visa resolver o conflito em um mês com pontos-chave como garantias de não agressão, retirada das forças americanas das imediações do Irã, fim do bloqueio naval ou liberação dos ativos iranianos congelados.

Além disso, prevê o pagamento de indenizações, o levantamento das sanções e o fim da guerra em todas as frentes, incluindo a do Líbano, ou a implantação de um novo mecanismo para o Estreito de Ormuz, segundo a Tasnim.

O Irã aguarda agora a resposta oficial dos Estados Unidos a essa proposta, transmitida por meio dos países mediadores.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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