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MADRID, 24 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu nesta sexta-feira seus homólogos da Rússia e da China, Vladimir Putin e Xi Jinping, para que não ousem vender armas ao Irã, pois “isso iria contra seus interesses”, embora também afirme que ambos lhe garantiram que não estão realizando esse tipo de operação.
Xi Jinping prometeu a Trump que seu país não estava participando de forma alguma durante a última cúpula que ambos realizaram em Pequim. “Ele me disse que, sob nenhuma circunstância, estavam comprando ou vendendo armas para a República Islâmica do Irã, e essa declaração inclui as empresas chinesas”, explicou o presidente norte-americano em uma mensagem publicada em sua plataforma digital.
“Levando em conta nossa relação, acredito na sua palavra. Além disso, também estou fazendo grandes favores a ele”, acrescentou Trump, sem dar mais detalhes.
Sobre Putin, “apesar da terrível guerra na Ucrânia”, Trump afirma que também recebeu garantias no mesmo sentido. O presidente dos Estados Unidos insiste que sua relação com seu homólogo russo “ainda continua” porque Putin entende que os Estados Unidos “não estão vendendo armas para a Ucrânia, mas para os países da OTAN”, que estão pagando o “preço integral” e ele não tem “a menor ideia de como essas armas são redistribuídas”.
Com essas declarações, o chefe da Casa Branca quis deixar claro que “dois dos grandes países que falam de vez em quando sobre o Irã não estão participando” do conflito, mas ressaltou que “se o fizessem, seria muito ruim para ambos, algo que certamente não seria do interesse deles”.
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