MADRID 18 set. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o reconhecimento do Estado palestino é "um dos poucos desacordos" que ele tem com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, embora este último quisesse separar esse gesto de qualquer endosso mínimo das teses da "organização terrorista" Hamas.
Trump e Starmer se reuniram na residência oficial de Chequers, e os tópicos discutidos incluíram a "catástrofe humanitária" no Oriente Médio e a atual escalada na Faixa de Gaza. Ambos evitaram elaborar as diferenças em suas respectivas posições, o que ficou evidente quando a imprensa perguntou sobre o futuro reconhecimento da Palestina como um estado pelo Reino Unido.
"Tenho discordâncias com o primeiro-ministro nesse ponto", limitou-se a conceder Trump, que preferiu relembrar o massacre de 7 de outubro de 2023 e exigir a libertação imediata dos reféns que ainda estão nas mãos do Hamas e estão sendo usados como "escudos humanos".
Starmer, por sua vez, fez alusão à necessidade de o roteiro para a paz incluir "um Estado palestino viável", embora tenha insistido que o Hamas não pode desempenhar nenhum papel governamental e, como o presidente dos EUA, deu ênfase especial ao pedido de libertação imediata de todos os reféns.
"A situação em Gaza é intolerável", enfatizou o primeiro-ministro britânico, que também é a favor da entrada de mais ajuda humanitária em um território onde a ONU já declarou formalmente a fome.
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