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MADRID 4 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma nova ordem executiva na sexta-feira para adiar a proibição da plataforma TikTok por mais 75 dias, a fim de negociar um acordo de venda com sua empresa-mãe chinesa, a Bytedance.
A administração anterior de Joe Biden conseguiu aprovar uma lei que proibia o TikTok nos EUA, a menos que seu proprietário vendesse o aplicativo até 19 de janeiro. Trump concedeu um período de carência de 75 dias em janeiro, que expira neste sábado e agora, com a nova ordem executiva, será prorrogado novamente.
"O acordo requer mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas", disse ele em uma mensagem postada na rede social Truth Social, acrescentando que eles esperam "continuar a trabalhar de boa fé com a China" e que "progresso considerável" já foi feito nesse sentido.
O magnata republicano também garantiu que Pequim "não está muito feliz" com as tarifas de 34% que os Estados Unidos imporão a partir de 10 de abril e disse que essa medida é "necessária para um comércio justo e equilibrado".
"Isso mostra que as tarifas são a ferramenta econômica mais poderosa e muito importante para nossa segurança nacional. Não queremos que o TikTok desapareça. Estamos ansiosos para trabalhar com o TikTok e a China para fechar o acordo", disse ele, acrescentando que seu governo "trabalhou duro" para chegar a um pacto.
Washington está exigindo que o TikTok rompa seu relacionamento com a ByteDance, alegando que isso representa uma ameaça à segurança nacional, pois os dados dos usuários dos EUA poderiam ser comprometidos e acabar nas mãos do governo chinês.
A Amazon, gigante do comércio eletrônico, manifestou interesse em comprar o TikTok. No entanto, a ByteDance e a TikTok insistiram que não é possível vender apenas a parte americana, pois isso mataria a plataforma. Outro possível comprador é a empresa de software Oracle, que a empresa chinesa já contratou para proteger os dados dos usuários dos EUA.
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