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MADRID 16 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avaliou nesta segunda-feira como um "grande erro" o fato de a saída da Rússia do G8 ter sido aprovada em 2014, em represália à anexação da península da Crimeia, e acredita que não haveria guerra neste momento se essa decisão não tivesse sido tomada.
"Não acho que teríamos uma guerra neste momento se tivéssemos a Rússia", disse ele antes de se reunir com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, por ocasião da cúpula do G7 que está sendo realizada nestes dias na cidade de Kananaskis.
Trump culpou o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, e o ex-primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, por estarem por trás dessa decisão e explicou que passar "muito tempo falando sobre a Rússia" sem que ela esteja presente na mesa "complica a situação".
"Não teríamos tido a guerra", disse o chefe da Casa Branca, que assegurou que entende a raiva do presidente russo, Vladimir Putin, e que ele não quer dialogar com aqueles que o expulsaram. "Eu falei com ele", disse ele.
"Ele acredita que deveria ter um assento no atual G7", disse Trump, que sugeriu que a Rússia deveria retornar em algum momento, embora talvez não agora, e reiterou novamente que foi "um grave erro" porque ter o "inimigo na mesa não teria sido considerado" tal decisão.
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