MADRID 27 abr. (EUROPA PRESS) -
O Tribunal Distrital de Basmanni, em Moscou, emitiu uma ordem de prisão preventiva de 60 dias contra o suspeito preso pelo ataque a bomba que matou o general Yaroslav Moskalik, Ignat Kuzin, que supostamente confessou ser um agente sob ordens ucranianas.
O judiciário de Moscou postou no Telegram: "O pedido dos órgãos de investigação para a medida preventiva de detenção de Ignat Vitalievich Kuzin, acusado de cometer os crimes de (...) ataque terrorista e tráfico e produção ilícita de explosivos e dispositivos explosivos", disse o judiciário de Moscou.
As autoridades russas divulgaram um vídeo no qual Kuzin afirma ter comprado um carro Volkswagen em fevereiro, escondido nas coordenadas fornecidas por seu "comissário" e colocado um explosivo no veículo. "A explosão foi detonada remotamente diretamente pelo comissário, Vadim", a partir do território ucraniano, disse Kuzin.
O Comitê Investigativo Russo indicou que Kuzin, nascido em 1983 e com permissão de residência na Ucrânia, é um agente dos serviços secretos ucranianos.
O general Moskalik foi morto em 25 de abril na cidade de Balashija, na região de Moscou, pela explosão de uma bomba colocada em um carro estacionado perto da casa do oficial.
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