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MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal russo condenou nesta quarta-feira a 18 anos de prisão o opositor russo Leonid Volkov, colaborador do falecido ativista Alexei Navalni e investigado por uma série de 40 crimes decorrentes de supostas atividades extremistas.
Volkov, ex-chefe da fundação anticorrupção de Navalni e atualmente no exílio, já é classificado como agente estrangeiro aos olhos das autoridades russas e a sentença proferida na quarta-feira significaria que, se ele retornar à Rússia, teria que passar pelo menos cinco anos na prisão. A sentença também prevê uma multa de dois milhões de rublos (cerca de 22.200 euros), informa a Interfax.
A lista de delitos da sentença, que está sujeita a recurso, inclui a coordenação de atividades extremistas, a justificativa do terrorismo, a reabilitação do nazismo e a divulgação de informações falsas sobre as forças armadas, todas elas usadas contra os críticos da invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022.
O Comitê Investigativo abriu um processo criminal contra Volkov por instigar manifestações e disseminar mensagens nas mídias sociais que, em última análise, buscariam desacreditar as instituições.
Volkov foi o gerente de campanha do falecido Navalni para as eleições presidenciais de 2018 e é considerado uma das principais vozes de dissidência do Kremlin, do qual foi alvo direto depois de ser atacado com um martelo em março de 2024 do lado de fora de sua casa em Vilnius, capital da Lituânia.
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