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MADRID 3 dez. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal russo condenou nesta quarta-feira a mais dois anos de prisão o ex-fuzileiro naval norte-americano Robert Gilman, preso em 2022 por agredir um policial e cuja pena foi prorrogada em várias ocasiões por incidentes semelhantes dentro da prisão, como neste último caso.
A advogada de Gilman, Irina Brazhnikova, disse à agência de notícias russa TASS que o Tribunal Central de Voronezh acrescentou dois anos de prisão às sentenças anteriores, perfazendo "dez anos no total" com o acúmulo de sentenças.
"Não vamos recorrer", disse ele, antes de observar que ele também será acusado "por outro incidente". "Esse será analisado independentemente", enfatizou, sem mais detalhes e sem que as autoridades norte-americanas tenham se pronunciado sobre a nova sentença contra Gilman.
O homem, que se tornou professor de inglês depois de servir nos fuzileiros navais, é um dos cerca de dez americanos presos na Rússia.
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