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MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
A justiça peruana rejeitou o pedido de anulação da detenção provisória do ex-presidente Pedro Castillo, enquanto avança seu julgamento por insurreição, no âmbito da tentativa de golpe de Estado de dezembro de 2022, quando ele tentou fechar o Congresso devido à impossibilidade de avançar com suas iniciativas.
O juiz do caso declarou infundadas as alegações apresentadas pela defesa legal de Castillo sobre a violação do devido processo legal após questionar o trabalho dos promotores envolvidos no processo, de acordo com a resolução publicada na quinta-feira pelo jornal 'La República'.
"Os promotores têm o direito constitucional e legal de participar dessas audiências; o argumento da defesa não sustenta a cessação da prisão preventiva", decidiu o juiz.
Castillo continuará, portanto, detido na prisão de Barbadillo, em Lima, onde estão ou estiveram outros ex-presidentes, como Alejandro Toledo e Ollanta Humala, que recentemente foi condenado a 15 anos de prisão por crimes de corrupção.
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