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ROMA 23 out. (DPA/EP) -
Um tribunal italiano adiou na quinta-feira sua decisão sobre a extradição para a Alemanha de um cidadão ucraniano suspeito de sabotar os gasodutos Nord Stream em setembro de 2022, após três horas de deliberações.
O suspeito foi preso em meados de agosto em Rimini, quando estava de férias com sua família. Ele é um ucraniano de 49 anos procurado pela justiça alemã por atacar instalações estatais.
O Tribunal de Bolonha havia aprovado sua extradição em setembro. Entretanto, ele recorreu à Suprema Corte, que inesperadamente suspendeu sua extradição há pouco mais de uma semana devido a erros processuais.
A Suprema Corte encaminhou o caso de volta a Bolonha e ordenou que um novo painel de juízes o examinasse. Após a falta de consenso de quinta-feira, ainda não está claro quando eles se reunirão novamente para tomar uma decisão.
O suspeito é considerado um dos supostos mentores dos ataques cometidos durante os estágios iniciais dessa fase da guerra Rússia-Ucrânia, pelos quais outro cidadão ucraniano foi preso, dessa vez na Polônia, cujas autoridades descartaram sua extradição há uma semana.
A promotoria alemã acusa essas duas pessoas de fazerem parte de um grupo de seis ucranianos que colocaram uma série de explosivos nessas instalações que ligam a Rússia à Alemanha pelo Mar Báltico. A detonação ocorreu em 26 de setembro de 2022 perto da ilha dinamarquesa de Bornholm, na costa sueca.
O Nord Stream 1 já havia sido usado para fornecer gás russo à Alemanha, enquanto o Nord Stream 2 nunca foi colocado em operação após a invasão da Ucrânia.
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