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MADRID 31 mar. (EUROPA PRESS) -
O sistema judiciário dos Emirados Árabes Unidos (EAU) condenou três homens à morte na segunda-feira pelo sequestro e assassinato do rabino israelense-moldávio Zvi Kogan, enviado da organização ultraortodoxa Chabad Hasidic, em novembro de 2024, enquanto ele vivia no país do Golfo Pérsico.
Uma quarta pessoa acusada no mesmo caso foi condenada à prisão perpétua, de acordo com a agência de notícias dos Emirados WAM. O tribunal federal de apelações em Abu Dhabi decidiu por unanimidade impor a sentença de morte aos três réus anteriores.
"Os três condenados foram considerados culpados de cometer o assassinato "com premeditação e intenção terrorista", disse o tribunal.
De acordo com a lei dos Emirados, as sentenças de morte estão sujeitas diretamente à aprovação de um tribunal de apelação, que analisa essas sentenças e decide se as mantém ou não.
Agora, a promotoria enfatizou que esse veredicto reflete o "compromisso inabalável" dos Emirados Árabes Unidos de "combater o terrorismo de acordo com os mais altos padrões de justiça e garantias de julgamento justo". Nesse sentido, afirmou que o sistema judicial do país "resiste a qualquer tentativa de minar a segurança e a estabilidade nacional".
"Os Emirados Árabes Unidos são um modelo global de coexistência e tolerância, com leis que protegem os cidadãos, independentemente de religião ou etnia, e garantem a segurança e a proteção de toda a população", enfatizaram os promotores.
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