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MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal de apelações dos Estados Unidos reafirmou nesta segunda-feira a sentença que obriga o presidente Donald Trump a pagar mais de 83 milhões de dólares (cerca de 71 milhões de euros) à escritora e jornalista E. Jean Carroll por difamá-la depois que ela denunciou publicamente um caso de suposto abuso sexual.
O caso remonta a 2019, quando Carroll divulgou pela primeira vez a agressão que sofreu de Trump em um provador de uma loja de Nova York, que um júri de Nova York considerou comprovada em um julgamento separado que já havia resultado em uma primeira ordem para pagar US$ 5 milhões por abuso sexual e difamação.
No entanto, Carroll abriu um segundo processo por difamação contra Trump, que continuou falando sobre a escritora, e um júri o condenou a pagar mais de US$ 83 milhões, um valor "justo e razoável" na opinião do Tribunal de Apelações do Segundo Circuito, de acordo com a CBS News.
Os juízes também entendem que Trump não pode se valer da imunidade presidencial nesse caso, um dos argumentos que os advogados do magnata estão usando para tentar impedir qualquer tipo de investida judicial contra ele, tanto criminal quanto civil. O presidente ainda pode levar o caso à Suprema Corte.
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