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MADRID 2 maio (EUROPA PRESS) -
A justiça britânica rejeitou pela segunda vez o pedido do príncipe Henry para reverter a política adotada pelo governo sobre sua custódia policial, que foi reduzida depois que o filho mais novo do rei Carlos III decidiu se afastar da família real e viver nos Estados Unidos.
A disputa remonta a fevereiro de 2020, quando a comissão que supervisiona a vigilância de figuras públicas no Reino Unido (Ravec) rebaixou o status do príncipe e concordou que a vigilância não seria sempre a mesma, mas dependeria de uma análise caso a caso.
Um tribunal já havia decidido a favor do Home Office, mas Henry recorreu e agora o juiz Geoffrey Vos decidiu que, embora o requerente tenha apresentado argumentos "poderosos" sobre seu tratamento, não há base legal para um retrocesso forçado do governo.
"Eu não poderia dizer que o senso de queixa percebido pelo Duque poderia ser traduzido em argumentos legais", disse o juiz Vos, de acordo com a BBC.
O príncipe, ausente da leitura da sentença na sexta-feira, teria agora apenas que levar seu caso à Suprema Corte, enquanto por parte do Ministério do Interior, que é responsável por Ravec, a posição sobre o Duque de Sussex permaneceu inalterada, independentemente da mudança de partido no poder.
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