Europa Press/Contacto/Luis Barron
MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades mexicanas disseram na quarta-feira que treze pessoas foram presas por possíveis ligações com o assassinato da secretária e assessora da prefeita da capital, Clara Brugada, em um tiroteio ocorrido no final de maio.
"Durante as primeiras horas desta manhã, em coordenação com o governo mexicano, uma importante operação foi realizada em conexão com os assassinatos de nossos colegas Ximena Guzmán e José Muñoz", anunciou Brugada em uma coletiva de imprensa.
Durante seu discurso, ele explicou que três dos presos "participaram diretamente do assassinato", enquanto o restante das prisões está "relacionado à preparação logística do evento". Ele enfatizou que "esses resultados representam os primeiros avanços em uma investigação que ainda está em andamento".
A prefeita pediu a "todas as instituições envolvidas nesse caso que continuem a investigação para o esclarecimento completo dos fatos até as últimas consequências" e prometeu que seu governo "não descansará até que a verdade seja conhecida e a justiça seja feita".
Ele também aproveitou a oportunidade para destacar a coordenação institucional entre seu gabinete e o governo mexicano, "que tornou esses resultados possíveis". "Sou especialmente grato à presidente do México, Claudia Sheinbaum, cujo apoio tem sido fundamental para fortalecer esse trabalho conjunto", acrescentou.
"A colaboração entre os diferentes níveis de governo mostra que estamos avançando com mais força e eficácia na luta contra a impunidade (...) Reitero nosso compromisso com os cidadãos de continuar trabalhando incansavelmente pela segurança e justiça na Cidade do México", acrescentou.
Sheinbaum, que foi surpreendida pela notícia do duplo assassinato quando estava se apresentando à mídia, pediu "para não especular" e para ser "responsável" enquanto as investigações avançam. Ela prometeu transparência por parte de todas as administrações.
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