PEDRO ARNULFO SÁNCHEZ EN X
MADRID, 4 jun. (EUROPA PRESS) -
A Polícia colombiana capturou três supostos líderes das dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), conhecidos pelo apelido de “Mordisco”, além de ter apreendido "abundante" material de guerra, como cartuchos e um cano de metralhadora.
“Nossa Polícia (...) conseguiu, na estrada Ibagué-Melgar, a captura de três supostos líderes sob o comando de ‘Mordisco’ e a apreensão de abundante material de guerra transportado em compartimentos ocultos”, informou o ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, em uma mensagem publicada nas redes sociais.
Entre os capturados estaria o conhecido como 'Mona' ou 'Katherine', que era líder de uma comissão armada no departamento de Meta, no centro do país. As autoridades colombianas atribuem a ela a coordenação de supostas ações criminosas contra as forças de segurança, bem como o transporte de menores recrutados entre os departamentos de Cauca e Guaviare.
Da mesma forma, foi presa uma pessoa de nacionalidade equatoriana, que se deslocava no veículo com “os dois colombianos”; além disso, durante a operação foram apreendidos mais de 1.200 cartuchos calibre 5,56, 18 carregadores para fuzil, um cano de metralhadora e outros componentes bélicos que, segundo Sánchez, “seriam utilizados para semear o terror em Meta e Guaviare”.
Em relação a essa operação, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, não demorou a se pronunciar, afirmando ter ordenado um bombardeio em Guaviare, após o qual, segundo ele, um menor foi resgatado e treze fuzis foram apreendidos.
“Ordenei um bombardeio em Guaviare, onde as estruturas de ‘Mordisco’ que participaram do combate se massacraram mutuamente com outra dissidência”, afirmou o presidente em uma mensagem nas redes sociais, na qual acrescentou um saldo de “três mortos de sua força”.
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