Publicado 21/07/2025 06:09

Três soldados são mortos e oito ficam feridos em um confronto entre o exército e o ELN no Norte de Santander.

Archivo - Arquivo - 12 de maio de 2024, Jamundi, Valle Del Cauca, Colômbia: A polícia e os militares da Colômbia participam do rescaldo de um ataque com granada contra uma delegacia de polícia em Poterito, Jamundi, Colômbia, em 12 de maio de 2024, que não
Europa Press/Contacto/Sebastian Marmolejo

MADRID 21 jul. (EUROPA PRESS) -

Pelo menos três soldados foram mortos e outros oito ficaram feridos em confrontos entre as Forças Armadas da Colômbia e os guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN) no município de El Carmen, no norte de Santander.

As vítimas foram atacadas com drones quando passavam pelo vilarejo de Santa Rita no domingo. Esse é o pior ataque com esse tipo de arsenal registrado até o momento em todo o país, destacaram fontes militares à imprensa.

"O Exército Nacional expressa suas mais profundas condolências às famílias de nossos soldados, que sacrificaram suas vidas no cumprimento do dever", disseram em uma nota explicando o ocorrido nas redes sociais.

Eles também criticaram o ELN pelo "uso constante e indiscriminado dessas práticas terroristas", que violam os direitos humanos e colocam a população em sério risco, e advertiram que continuarão as operações até que "afetem com força as ações terroristas" do grupo.

Os diálogos de paz com o ELN foram uma das primeiras iniciativas lançadas pelo presidente, Gustavo Petro, quando chegou à Casa Nariño em agosto de 2022, porém, pouco tempo depois, os desentendimentos entre as partes e os ataques da guerrilha causaram o colapso total das negociações.

Neste domingo, o próprio presidente colombiano admitiu que não alcançou sua ambiciosa política de "paz total", embora tenha observado que continuará apostando no diálogo para tentar convencer esses grupos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado