Publicado 16/02/2026 10:09

Três soldados do batalhão ucraniano Azov condenados na Rússia a 20 anos de prisão

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo de um fuzil durante a invasão russa da Ucrânia.
Pau Venteo - Europa Press - Arquivo

MADRID 16 fev. (EUROPA PRESS) - A Justiça da Rússia condenou nesta segunda-feira a 20 anos de prisão três soldados do batalhão ucraniano Azov, um grupo paramilitar da Ucrânia incorporado à Guarda Nacional e considerado terrorista em território russo.

O Tribunal Distrital Sul de Rostov do Don, uma cidade no sudoeste do país, emitiu as condenações contra os três soldados acusados de terrorismo, de acordo com informações do portal de notícias independente russo Mediazona.

Os acusados foram identificados como Mikhail Nasonov, 50 anos, Vladislav Kormilin, 30 anos, e Sergei Kopilov, 52 anos. “Eles foram considerados culpados por participar de atos terroristas e atividades de treinamento desse tipo”, afirmou. Todos eles foram detidos em maio de 2022. Kormilin servia no batalhão desde 2018 como atirador e, posteriormente, participou na defesa da siderurgia de Azovstal no âmbito da invasão russa da Ucrânia. Nasonov estava no batalhão desde 2015, enquanto Kopilov estava envolvido na entrega de “material de apoio” aos soldados. A justiça russa está julgando dezenas de supostos soldados ucranianos que considera pertencentes a “organizações terroristas”, de acordo com a legislação russa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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