GOBIERNO DE BRIANSK - Arquivo
MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos três pessoas morreram nesta terça-feira em decorrência de uma nova onda de ataques do Exército da Ucrânia contra a região russa de Briansk e a Península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014, segundo denúncias das autoridades russas, que afirmaram ter interceptado mais de 380 drones ucranianos nas últimas horas.
O governador da Crimeia, Sergei Aksionov, afirmou em uma postagem nas redes sociais que “duas pessoas morreram e outra ficou ferida” em Simferopol devido a “mais um ataque inimigo”. “Expresso minhas sinceras condolências aos familiares e amigos das vítimas deste ataque bárbaro”, afirmou ele, sem fornecer mais detalhes sobre o incidente.
Da mesma forma, o governador interino de Briansk, Yegor Kovalchuk, informou que um homem morreu em consequência de um ataque a um posto de gasolina em Starodub, um incidente que resultou em outros três feridos.
Por sua vez, o Ministério da Defesa russo estimou em 389 o número de drones interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea, incluindo vários na região de Moscou, nos primeiros ataques contra a capital após a suspensão decretada devido à recente visita dos enviados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Rússia e à Ucrânia para tentar promover um acordo de paz.
Nas últimas horas, as autoridades ucranianas relataram duas mortes e dez feridos em bombardeios russos contra Kiev, também os primeiros desde que expirou a referida suspensão de três dias devido à viagem de Steve Witkoff e Jared Kushner para apresentar uma nova proposta nas duas capitais, após quatro anos e meio de guerra aberta, desde a ordem de invasão assinada em fevereiro de 2022 pelo presidente russo, Vladimir Putin.
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