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MADRID 4 set. (EUROPA PRESS) -
Três ministros colombianos renunciaram na quarta-feira depois que o governo do presidente Gustavo Petro pediu sua demissão após perder a votação para eleger o novo magistrado da Corte Constitucional, presumivelmente porque os partidos aos quais pertenciam não cumpriram seu compromisso de apoiar o candidato do partido governista.
Dessa forma, os ministros do Comércio, Diana Morales; de Tecnologias da Informação, Julián Molina, e do Trabalho, Antonio Sanguino, pertencentes aos partidos Liberal, La U e Alianza Verde, respectivamente, deixarão o governo, já que o ministro do Interior, Armando Benedetti, atualmente em funções delegadas após a partida de Petro para o Japão em uma viagem oficial, aceitou suas renúncias, de acordo com a estação de rádio colombiana W Radio.
O magistrado eleito pelo Senado para a Corte Constitucional para os próximos oito anos foi o ex-provedor de justiça Carlos Camargo, apoiado pela oposição contra a candidata do governo, María Patricia Balanta, uma escolha que poderia colocar em maior dificuldade o executivo de Petro e sua capacidade de promover novas reformas.
Camargo, que substituirá o juiz José Fernando Reyes Cuartas, disse que seu compromisso "é com a democracia, a constituição e o futuro de nossa nação", enfatizando que sua eleição estava em jogo "a democracia, a estabilidade institucional e a preservação da separação de poderes".
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