Europa Press/Contacto/Fernando Chuy - Arquivo
MADRID 31 maio (EUROPA PRESS) -
O Tribunal de Alto Risco B da Guatemala condenou três ex-membros das Patrulhas de Autodefesa Civil (PAC) a 40 anos de prisão por crimes de violação de direitos humanos e abuso de mulheres da comunidade Achi durante a guerra civil que ocorreu no país entre 1960 e 1996.
Os crimes foram cometidos durante a década de 1980 e os ex-militares usaram abuso e violência física e sexual contra as mulheres como método de subjugação para evitar que elas se juntassem a grupos guerrilheiros, de acordo com o jornal guatemalteco 'La Hora'.
Os fatos foram comprovados pela investigação realizada pela promotoria pública do país e, de acordo com vários relatórios, um terço das vítimas eram meninas quando os atos ocorreram.
Essa é uma nova sentença que se junta à proferida em 2022 contra outros cinco ex-militares em um caso que reúne 36 mulheres que sofreram violações sexuais contínuas por ex-membros do PAC durante o conflito e que foram identificadas.
Embora as queixas das mulheres da comunidade Achí tenham sido apresentadas em 2011, somente em 6 de janeiro de 2022 teve início o julgamento dos acusados.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático