Publicado 05/06/2026 03:52

Torres considera “estranha” a afirmação da UCO de que “o tal” mencionado no caso de Leire possa ser Pedro Sánchez

O ministro da Política Territorial e da Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, durante as reuniões da Comissão Bilateral Generalitat-Estado e da Comissão Mista de Transferências, em 20 de maio de 2026, em Madri (Espanha). O ministro da Política T
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press

MADRID 5 jun. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Política Territorial e da Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, considera “estranha” a afirmação da Unidade Central Operativa (UCO) de que “o one”, mencionado nas conversas interceptadas no “caso Leire”, poderia ser o presidente do Governo, Pedro Sánchez. “Isso não passa de conjecturas”, afirmou.

Em entrevista à “La Radio Canaria”, divulgada pela Europa Press, Torres destacou que a UCO não é “um órgão de caráter judicial”, mas sim que investiga e, posteriormente, encaminha os relatórios ao juiz. “A afirmação em si é estranha, porque não se enquadra nas competências de cada um”, ressaltou o ministro, lamentando ao mesmo tempo que, sobre “M. Rajoy”, por outro lado, “ninguém sabe quem é”.

O líder dos socialistas das Canárias também defendeu a diretora-geral da Guarda Civil, Mercedes González, após ela reconhecer suas conversas com a ex-militante do PSOE Leire Díez, apoiando sua “honestidade e integridade”, em consonância com o que foi afirmado publicamente pelo ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska.

"Estamos em fase de investigações. O que é preciso fazer é apoiar que essas investigações cheguem até o fim, que sejam concluídas, mas não devemos pré-julgar nem condenar antes”, enfatizou Torres, que insistiu em defender a presunção de inocência.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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