SANTA CRUZ DE TENERIFE 10 maio (EUROPA PRESS) -
O ministro da Política Territorial e da Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, perguntou aos críticos que se opõem ao ancoradouro do navio de cruzeiro “MV Hondius” no porto de Granadilla (Tenerife) “o que aconteceria” se houvesse familiares deles a bordo do navio.
Em declarações à Televisión Española divulgadas pela Europa Press, e ao ser questionado sobre a recusa do Governo das Canárias em autorizar o atracamento durante a noite passada, ele defendeu que se “afastasse da polêmica” e continuasse trabalhando até que o navio zarpasse.
“Não quero me concentrar na polêmica porque também não é isso que temos que fazer neste momento. Nesse cruzeiro há pessoas que só querem chegar às suas casas e aos seus países”, observou ele, destacando que elas tiveram que passar por uma situação “muito complicada”.
Por isso, pediu “compreensão” a todos aqueles que “transformaram isso em uma situação talvez muito além do que era do ponto de vista objetivo”. “O que aconteceria se nesse navio estivessem pessoas que conhecemos, nossos familiares?”, questionou.
Por fim, ele disse que a maioria dos canários sabe que era preciso acolher o cruzeiro “por humanidade”, já que é o que todos gostariam que fizessem por eles caso se encontrassem nessa situação.
Por outro lado, Torres entrou em contato ontem, sábado, com os presidentes regionais afetados: Rueda, Mañueco, Illa, Ayuso, Pérez Llorca e Barbón, para lhes transmitir o protocolo que os passageiros espanhóis seguiriam desde a chegada do navio até embarcarem no avião, sendo Ayuso a única com quem não conseguiu entrar em contato.
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