Ele ressalta que estão “assintomáticos, tranquilos e contentes” e que serão examinados no hospital: “A partir daí, serão tomadas decisões”
MADRID, 7 maio (EUROPA PRESS) -
O ministro da Política Territorial e Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, destacou que a quarentena será “obrigatória” para os passageiros espanhóis que desembarcarem do cruzeiro “MV Hondius”, afetado pelo hantavírus, nos casos em que for determinado.
"Nos casos em que for necessário, será, logicamente, uma quarentena obrigatória", declarou à imprensa, após a reunião que manteve nesta quinta-feira no Ministério da Saúde com a ministra Mónica García e o presidente das Canárias, Fernando Clavijo.
Torres se pronunciou assim depois que a ministra da Defesa, Margarita Robles, afirmou que a quarentena no Hospital Gómez Ulla, em Madri, será voluntária para os espanhóis.
Após as palavras de Robles, a ministra da Saúde também insistiu que o Governo dispõe de “instrumentos legais suficientes”, amparados na Lei Orgânica de 1986, sobre medidas especiais em matéria de saúde pública, para adotar as “medidas necessárias” que permitam “proteger a saúde pública”.
“A ministra Mónica García já afirmou que, logicamente, seguindo os protocolos e as regras da saúde, essa quarentena será, nos casos em que assim for determinado pelas autoridades científicas, obrigatória”, endossou Torres.
OS PASSAGEIROS ESPANHÓIS, “ASSINTOMÁTICOS, TRANQUILOS E SATISFEITOS”
O ministro lembrou que há 14 espanhóis a bordo do cruzeiro — 13 passageiros e um tripulante — provenientes de seis comunidades autônomas diferentes, e detalhou que eles não apresentam sintomas e que “estão ansiosos para chegar” à Espanha.
“Essas pessoas, que estão ansiosas para chegar e são assintomáticas, serão levadas ao hospital, serão testadas e, a partir daí, serão tomadas as decisões”, explicou ele, alegando que “já se passaram alguns dias” e que “o período de incubação desse vírus é de cerca de 45 dias”.
Assim sendo, reiterou que os passageiros espanhóis estão “tranquilos” e “felizes” porque “a cada dia e a cada momento estão mais perto de casa”. “Eles querem, logicamente, voltar para casa e o mais importante é transmitir a mensagem de que estão bem e ansiosos para chegar logo”, concluiu.
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