MADRID 29 ago. (EUROPA PRESS) -
A secretária-geral da Presidência da Argentina, Karina Milei, sofreu um agitado comício de campanha nesta quinta-feira na província de Corrientes, que terminou com pelo menos duas pessoas presas entre os participantes devido a golpes, empurrões e brigas.
A presidente da La Libertad Avanza (LLA) e irmã do presidente argentino, Javier Milei, foi forçada a interromper uma atividade planejada para apoiar o candidato do partido a governador, Claudio Lisandro Almirón, poucos dias antes das eleições locais, e na qual ela estava acompanhada pelo presidente do Congresso, Martín Menem.
Eles deixaram o local quando houve gritos, empurrões, golpes e ataques aos jornalistas presentes, o que resultou na prisão de pelo menos duas pessoas pela polícia local, de acordo com meios de comunicação como 'Página 12' e 'La Nación', que por sua vez apontaram para confrontos entre militantes libertários e opositores.
O incidente ocorre apenas um dia depois que o presidente Milei teve de ser evacuado quando a caravana eleitoral em que viajava - acompanhado de sua irmã - pela cidade de Lomos de Zamora, ao sul de Buenos Aires, foi alvo de arremesso de pedras, embora as autoridades tenham declarado que ele está "em excelente estado de saúde" e "trabalhando normalmente".
O líder da extrema direita atribuiu o que descreveu como uma "chuva de pedras" ao "desespero" daqueles que querem derrubar seu governo e que também orquestraram uma "opereta" de acusações de suposta corrupção.
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