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MADRID 20 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades afegãs libertaram um cidadão norte-americano, George Glezmann, que estava detido no país asiático há dois anos e meio, anunciou nesta quinta-feira o Departamento de Estado dos Estados Unidos, destacando que se trata da terceira pessoa a ser libertada pelos talibãs desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, explicou que Glezmann, mecânico da Delta Airlines, "está a caminho para se reunir com sua esposa", em um comunicado no qual confirmou que os "esforços diplomáticos" do Catar foram fundamentais. "O Catar provou ser um parceiro e mediador confiável, facilitando negociações complexas", disse ele.
Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores afegão descreveu a libertação como um ato "humanitário" e disse que esse tipo de caso mostra que "os problemas podem ser resolvidos por meio do diálogo", de acordo com uma mensagem publicada nas redes sociais.
A libertação desse terceiro americano é, para Washington, "um passo positivo e construtivo", embora Rubio tenha lembrado que o regime talibã continua mantendo "outros" cidadãos americanos sob sua custódia, sem especificar o número.
O secretário de Estado prometeu que Trump "continuará seu trabalho incansável para libertar todos os americanos detidos injustamente em todo o mundo". No caso dos dois primeiros libertados no Afeganistão do atual mandato, Ryan Corbett e William McKenty, eles foram libertados no mesmo dia em que Trump assumiu o cargo, há dois meses.
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