Johannes Neudecker/dpa - Arquivo
MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades de Taiwan informaram nesta terça-feira que as forças armadas lançaram uma série de manobras militares perto da ilha para supervisionar e "responder" às "incursões" da China, que aumentou a pressão sobre o território, que considera outra província sob sua soberania.
O ministério da defesa de Taiwan disse em um comunicado que o exército está "conduzindo atividades aéreas e marítimas junto com a força aérea e a marinha para monitorar as incursões das forças chinesas". "Nossa missão é estar sempre prontos para defender a nação", disse o comunicado.
Anteriormente, as forças taiwanesas haviam relatado a presença de 59 aviões da força aérea chinesa nas proximidades da ilha nas últimas 24 horas, um número recorde desde outubro passado. O aumento da pressão ocorre após os comentários do presidente de Taiwan, Lai Ching Te, que descreveu Pequim como uma "força estrangeira hostil".
Taipei também alertou sobre a presença de nove navios e vários balões de reconhecimento além da linha mediana que separa o Estreito de Taiwan e serve como a fronteira "de fato" entre os dois territórios, apesar de as autoridades chinesas não reconhecerem essa linha divisória.
Os laços entre a China e Taiwan foram cortados em 1949, depois que as forças do Partido Nacionalista Kuomintang perderam a guerra civil contra o Partido Comunista e se mudaram para o arquipélago. No entanto, as relações foram restabelecidas apenas em nível comercial e informal no final da década de 1980, mas a China continua a considerar Taiwan como apenas mais uma província.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático