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MADRID 28 out. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores de Taiwan, Lin Chia Lung, enfatizou na terça-feira suas boas relações com os Estados Unidos, apesar da iminente cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu colega chinês, Xi Jinping, marcada para quinta-feira na Coreia do Sul.
Ele ressaltou que há uma intenção de "abandonar" a ilha, um território que a China considera outra província sob sua soberania. "Não importa se eles falam sobre segurança, comércio ou negócios, há uma cooperação estreita", disse ele durante uma coletiva de imprensa na qual esclareceu que as relações entre as partes "são muito estáveis".
No entanto, a primeira reunião cara a cara entre os presidentes da China e dos EUA disparou o alarme sobre a possibilidade de as partes colocarem um possível acordo comercial sobre a mesa.
No momento, Trump enfatizou que não haverá invasão da ilha "enquanto houver um presidente republicano na Casa Branca", embora ele também não tenha aprovado novas vendas de armas para Taipei.
Os EUA, como muitos outros países, não têm laços diplomáticos oficiais com Taiwan, mas são obrigados por lei a fornecer à ilha os meios democráticos para se defender de uma possível agressão, o que provocou fortes críticas de Pequim, que considera a questão profundamente ligada à sua política nacional.
Os laços entre as partes foram cortados em 1949, depois que as forças do partido nacionalista Kuomintang sofreram uma derrota na guerra civil contra o Partido Comunista e se mudaram para o arquipélago. As relações foram restabelecidas apenas em um nível comercial e informal no final da década de 1980.
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