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MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas anunciaram nesta segunda-feira a prisão de um homem suspeito de "cooperação confidencial" com as forças ucranianas para apoiar Kiev em operações "dirigidas contra a segurança" do país euro-asiático, em meio à guerra desencadeada pela invasão do território ucraniano iniciada em fevereiro de 2022 pelas tropas russas.
O Serviço Federal de Segurança (FSB) disse em um comunicado que o detido, um cidadão russo residente na região de Tambov, estava envolvido em contatos com os serviços especiais ucranianos por meio da plataforma de mensagens Telegram, concordando até mesmo em "cooperar" com as forças de Kiev.
"Agindo de acordo com as instruções de seu supervisor, ele retirou de um esconderijo preparado componentes de equipamentos técnicos destinados a controlar e ativar remotamente vários meios de cometer atos de sabotagem e ataques terroristas", disse o comunicado, sem entrar em detalhes sobre essas supostas operações.
A esse respeito, ele enfatizou que o suspeito pode ser condenado a uma pena de prisão de até oito anos e disse que "as atividades das forças de segurança ainda estão em andamento" para "identificar outros possíveis episódios de atividades ilegais por parte do detento".
O FSB também reiterou que "os serviços especiais ucranianos não estão reduzindo sua atividade na busca de possíveis autores de atos terroristas e sabotagem pela Internet, redes sociais e aplicativos de mensagens como Telegram e WhatsApp, com o objetivo de causar danos econômicos ao país".
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