Europa Press/Contacto/Tariq Mohammad
MADRID 27 fev. (EUROPA PRESS) - O Supremo Tribunal de Israel bloqueou temporariamente a decisão do governo de expulsar dezenas de ONGs da Faixa de Gaza e da Cisjordânia como medida cautelar, após aceitar uma ação movida pela Médicos Sem Fronteiras (MSF) juntamente com outras quinze organizações humanitárias.
As organizações alegaram que sua saída, prevista para os próximos dias, provocaria um colapso ainda maior do sistema de assistência médica e humanitária na Faixa de Gaza, o que colocaria em grave risco cerca de dois milhões de pessoas.
Além disso, elas destacaram que investiram cerca de US$ 500 milhões (420 milhões de euros) para fornecer ajuda humanitária aos moradores de Gaza, incluindo alimentos, água e assistência médica, informou o jornal israelense Haaretz.
A ONG ActionAid indicou que, embora a medida cautelar “não resolva o mérito da causa”, ela consegue evitar que “a situação piore de forma irreversível”, embora as graves consequências atuais se mantenham. “É um alívio temporário”, disse a diretora da ActionAid Espanha, Cristina Muñoz, que reiterou o compromisso da ONG com os palestinos e o Direito Internacional. “Continuaremos defendendo o direito das organizações humanitárias e de direitos humanos de operar sem restrições”, destacou.
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