Publicado 13/08/2025 01:19

Supremo Tribunal Federal autoriza Bolsonaro a deixar a prisão domiciliar para se submeter a exames médicos

BRASILIA, Aug. 5, 2025 -- Esta foto de arquivo tirada em 21 de julho de 2025 mostra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (C) em Brasília, Brasil. O Supremo Tribunal Federal do Brasil ordenou na segunda-feira que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja co
Europa Press/Contacto/Lucio Tavora

MADRID 13 ago. (EUROPA PRESS) -

O Supremo Tribunal Federal autorizou nesta terça-feira o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro (2019-2023) a deixar sua casa para se submeter a um exame médico no próximo sábado, 16 de agosto, no que será sua primeira licença desde que foi mantido em prisão domiciliar.

O juiz Alexandre de Moraes aceitou, assim, o pedido dos advogados do ex-presidente para que ele se apresente no Hospital Estrela do DF, em Brasília, onde deverá ficar entre seis e oito horas para se submeter a exames de sangue e urina, endoscopia, tomografia computadorizada, ultrassonografia e cardiograma devido ao refluxo e hipo refratária que, segundo sua defesa, ele sofre. Bolsonaro terá que comprovar em 48 horas os procedimentos realizados e o horário de sua consulta médica, segundo a Agência Brasil.

De qualquer forma, o líder da extrema-direita continuará a ser monitorado durante o período em que estiver fora de casa por meio da pulseira eletrônica que vem usando desde o início deste mês, com a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal supervisionando sua transferência.

O magistrado também permitiu que Bolsonaro recebesse visitas do senador Rogério Marinho e do deputado Altineu Cortes, ambos do Partido Liberal, bem como do vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Melo Araújo, e do deputado Tomé Abuch, do Partido Republicano.

O ex-presidente está em prisão domiciliar desde 4 de agosto por não ter cumprido algumas das medidas cautelares impostas por sua suposta responsabilidade no financiamento de um complô para impedir o processo contra ele nos Estados Unidos por um golpe de Estado.

Os investigadores afirmam que Bolsonaro usou até dois milhões de reais (300 mil euros) para fazer campanha por meio de seu filho, Eduardo, nos EUA desde março, a favor de tarifas e sanções contra as autoridades brasileiras, em um momento em que o presidente Donald Trump demonstrou um interesse incomum em sua situação judicial.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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