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MADRID 6 out. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou, sem sequer considerar, um recurso apresentado por Ghislaine Maxwell, ex-sócia do magnata Jeffrey Epstein e condenada a 20 anos de prisão por facilitar a vida de meninas adolescentes que acabariam sofrendo abuso sexual.
Maxwell, 63 anos, que foi condenada em 2022, argumentou que um acordo de confissão de culpa que Epstein fez em 2008 com os promotores da Flórida a protegeu de futuras acusações, mas o tribunal superior na segunda-feira rejeitou o recurso.
O advogado de Maxwell, David Oscar Markus, disse que estava "muito desapontado" com a decisão da Suprema Corte, mas advertiu que "a luta ainda não acabou" para eles. "Ainda há sérias questões legais e continuaremos a esgotar todos os caminhos para obter justiça", disse ele, de acordo com a CNN.
O caso chegou à Suprema Corte depois que um tribunal de recursos de Nova York rejeitou a apelação no ano passado; de acordo com os critérios da promotoria, que entendeu que o acordo selado por Epstein não implicava uma carta branca para Maxwell evitar qualquer tipo de processo federal.
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