Publicado 17/08/2026 12:53

A Suprema Corte recusa, pela segunda vez, rever a sentença contra Trump por difamação à escritora Jean Carroll

Archivo - Arquivo - 26 de janeiro de 2024, Manhattan, Nova York, Estados Unidos: E. Jean Carroll sai do Tribunal Distrital dos Estados Unidos acompanhada de sua equipe jurídica, após um júri ter concedido a ela US$ 83,3 milhões a título de indenização por
Europa Press/Contacto/Derek French - Arquivo

MADRID 17 ago. (EUROPA PRESS) -

A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou, pela segunda vez, dar andamento a um pedido do presidente Donald Trump para revogar a decisão que concede cinco milhões de dólares a título de indenização à escritora Jean Carroll por abuso sexual.

O magnata republicano havia solicitado à mais alta instância judicial dos Estados Unidos que reconsiderasse sua decisão, depois que, em junho, a Suprema Corte indeferiu um primeiro pedido de Trump a esse respeito, conforme informou a rede NBC News.

O presidente já efetuou o pagamento, juntamente com os juros correspondentes, em meados de julho. O caso remonta a 2019, quando Carroll revelou pela primeira vez a agressão que sofreu por parte de Trump no provador de uma loja da Bergdorf Goodman, uma rede de lojas de luxo de Nova York, em meados da década de 90.

Um júri de Nova York considerou os fatos comprovados em maio de 2023, processo que resultou em uma primeira ordem de pagamento de cinco milhões de dólares por abuso sexual e difamação.

A escritora abriu uma segunda ação judicial por difamação contra o atual ocupante da Casa Branca, que continuava falando sobre ela em suas redes sociais, e um júri o condenou, em janeiro de 2024, a pagar mais de 83 milhões de dólares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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