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MADRID 27 jun. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte dos Estados Unidos admitiu que os pais podem retirar seus filhos das aulas nas escolas primárias do país que ensinam livros com temas LGTBIQ+, alegando que isso constitui um ataque à liberdade religiosa.
A Suprema Corte decidiu que as escolas não devem exigir que os alunos assistam a aulas relacionadas a tais livros se os pais "expressarem objeções religiosas" ao material.
"Os pais provavelmente terão sucesso em sua alegação de que essas políticas impedem inconstitucionalmente seu exercício religioso. A Suprema Corte há muito tempo reconhece o direito dos pais de orientar a educação religiosa de seus filhos", acrescentou a Suprema Corte.
A decisão anula decisões anteriores de tribunais inferiores sobre a decisão do Conselho de Educação do Condado de Montgomery (Washington).
A maioria conservadora da Suprema Corte considerou que "esses livros transmitem inequivocamente uma perspectiva particular sobre casamento igualitário e gênero" e que o conselho de educação está "especificamente incentivando os professores a reforçar essa perspectiva e a repreender as crianças que discordam", algo que vai além da "mera exposição" a essas questões.
O distrito escolar introduziu os livros de histórias, incluindo "Prince and Knight" e "Uncle Bobby's Wedding", em 2022, como parte de um esforço para refletir melhor a diversidade do distrito. Em 'Uncle Bobby's Wedding' (O casamento do tio Bobby), uma sobrinha se preocupa com o fato de que seu tio não terá tanto tempo para ela depois que ela se casar com outro homem.
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