Abed Rahim Khatib/dpa - Arquivo
MADRID 23 out. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte de Israel deu ao governo mais 30 dias para decidir se permite ou não a entrada de jornalistas estrangeiros na Faixa de Gaza, depois que a Foreign Press Association (FPA) solicitou em 2024 acesso ao enclave palestino.
Durante uma breve audiência no tribunal, os juízes autorizaram o adiamento devido às "circunstâncias" em Gaza, onde a situação parece ter mudado após o acordo de cessar-fogo. Nesse sentido, a juíza Ruth Ronen declarou que a nova realidade na área "exige uma análise minuciosa".
O governo insiste que permitir o acesso a jornalistas independentes poderia representar um perigo para as tropas israelenses e para os próprios trabalhadores da mídia, dada a falta de segurança na área. Isso, no entanto, pode ter mudado agora que os ataques cessaram.
Gilead Sher, representante da associação, advertiu que esse procedimento já foi adiado antes e pediu ao tribunal que garantisse que o estado desse uma resposta dentro de um mês, de acordo com o The Times of Israel. Ela também pediu ao tribunal que forneça uma "solução" para a imprensa independente.
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