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MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte dos Estados Unidos endossou nesta terça-feira, por enquanto, a demissão de até 16 mil funcionários públicos em período probatório, como parte das drásticas políticas de cortes implementadas pela administração Trump e pelo Departamento de Eficiência Governamental liderado por Elon Musk.
A Suprema Corte interrompe a decisão de um juiz federal da Califórnia que, há um mês, ordenou que várias agências governamentais reintegrassem milhares de funcionários em estágio probatório que haviam sido demitidos, enquanto os tribunais decidem se esses cortes estão ou não de acordo com a regra.
Dois dos três juízes progressistas da corte, Sonia Sotomayor e Ketanji Brown Jackson, discordaram da decisão, argumentando que algumas das organizações e sindicatos que entraram com ações para impedir as demissões podem não ter legitimidade para fazê-lo.
O tribunal argumentou que, de acordo com a lei atual, as alegações feitas por esses grupos "são atualmente insuficientes" para respaldar seu direito de processar, conhecido como legitimidade, informa a CNBC.
Os trabalhadores em estágio probatório foram os primeiros a sofrer com as demissões do governo Trump, com muitos deles deixados no limbo desde meados de fevereiro, quando, após serem demitidos, foram reintegrados semanas depois graças a outras decisões judiciais, como a do juiz de Maryland, James Bredar.
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