Europa Press/Contacto/Mark Alfred - Arquivo
MADRID 30 maio (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte dos Estados Unidos atendeu a um pedido da administração de Donald Trump para eliminar um programa que permitiu que 532 mil pessoas de Cuba, Nicarágua, Haiti e Venezuela vivessem e trabalhassem nos Estados Unidos, resultado de uma medida emitida durante o período de Joe Biden na Casa Branca.
A decisão da Suprema Corte abre a porta para a expulsão de mais de meio milhão de pessoas que já puderam entrar legalmente nos Estados Unidos depois de solicitarem a entrada nesse programa no exterior, ao qual Trump agora quer pôr fim como parte de uma série de medidas para limitar a chegada de migrantes.
A ordem, no entanto, inicialmente esbarrou em um bloqueio ordenado por um juiz federal em Massachusetts, que entendeu que a Administração não poderia adotar esse tipo de medida maciça sem uma evolução caso a caso. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, entrou com uma petição na Suprema Corte, enquanto aguardava que o processo seguisse seu curso nos tribunais inferiores, informa a CNN.
Essa é a segunda vitória judicial obtida por Trump em matéria de imigração no mês de maio, pois a Suprema Corte já havia permitido, em outra decisão anterior, a eliminação do status de proteção destinado especificamente aos migrantes da Venezuela. Desde seu retorno à Casa Branca, o magnata republicano tem defendido a limitação desse tipo de benefício e a aceleração das deportações.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático