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MADRID 21 nov. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte do Peru ordenou cinco meses de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão para a ex-primeira-ministra Betssy Chávez, ex-chefe de governo durante o mandato do então presidente Pedro Castillo, acusada de cumplicidade em uma tentativa de golpe de Estado.
O Ministério Público Anticorrupção do Peru anunciou a sentença da Suprema Corte contra Chávez "pelo crime de rebelião e, alternativamente, conspiração, em detrimento do Estado", de acordo com uma mensagem do Ministério Público peruano.
Vale lembrar que Chávez continua sob asilo na Embaixada do México em Lima. O Ministério Público havia solicitado uma sentença de 25 anos de prisão para ela, bem como sua inabilitação para cargos públicos por dois anos e meio, acusando-a de ser coautora do crime de rebelião contra o Estado nesse caso.
Até essa decisão, a ex-primeira-ministra estava esperando que o governo peruano decidisse se lhe concederia ou não o salvo-conduto que lhe permitiria deixar o país, depois que seu asilo na embaixada levou o país andino a romper relações diplomáticas com o governo de Claudia Sheinbaum no início de novembro.
O ex-presidente Castillo está detido após ter anunciado, em 7 de dezembro de 2022, a dissolução do Congresso e o estabelecimento de um governo de emergência. Seu decreto, que não obteve nenhum apoio, acabou levando o parlamento a apoiar uma moção de censura contra ele.
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