MADRID 26 ago. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte da Bolívia pediu para verificar um a um todos os casos de prisão preventiva no país diante das reclamações de milhares de presos, que exigiram que o sistema de justiça os tratasse "igualmente" ao obtido por três políticos acusados da crise desencadeada em 2019, cujas medidas cautelares foram revisadas.
O presidente do tribunal, Romer Saucedo, ordenou uma série de "dias de verificação de prazos no cumprimento das prisões preventivas" em todo o país após a polêmica desencadeada depois que a Justiça revisou os casos da ex-presidente Jeanine Áñez e dos opositores Luis Fernando Camacho e Marco Pumari.
Todos eles estavam presos há anos aguardando a resolução de seus respectivos casos, mas agora foram libertados depois que essas medidas cautelares "ficaram sem efeito", conforme indicado pelo sistema judiciário boliviano.
Isso levou centenas de prisioneiros a protestar e exigir que seus casos também fossem revistos, de acordo com informações do jornal 'Los Tiempos'. A Suprema Corte deu 24 horas para que os diferentes departamentos revisem essas medidas.
Também ordenou que os prisioneiros fossem mantidos sob custódia nos territórios onde os casos contra eles foram abertos e solicitou a transferência daqueles que não cumprissem essa diretriz.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático