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MADRID 22 ago. (EUROPA PRESS) -
A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou na quinta-feira o governo de Donald Trump a cortar quase 800 milhões de dólares (690 milhões de euros) em fundos destinados à pesquisa no campo da saúde e que incluem, entre outros, programas para a prevenção do HIV ou do suicídio, em sua tentativa de desmantelar o programa Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI).
Em uma decisão de 5 a 4, o tribunal suspendeu a ordem de um juiz de Boston que bloqueava US$ 783 milhões (675 milhões de euros) em cortes dos Institutos Nacionais de Saúde, que foram acusados de agir de forma "arbitrária e caprichosa" para se alinhar às prioridades do presidente dos EUA.
O tribunal considerou que o juiz não tinha jurisdição para ordenar o restabelecimento de concessões específicas, embora tenha deixado em aberto a possibilidade de que os beneficiários das concessões pudessem entrar com uma ação em outro tribunal federal para recuperar os fundos indevidamente retidos.
O caso decorre de uma ordem executiva que Trump assinou nos primeiros dias de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, exigindo que as agências rescindissem subsídios ou contratos que "promovam a ideologia de gênero" ou "preferências imorais baseadas em raça, sexo, identidade de gênero, preferência sexual ou religião".
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